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O rádio toca canções de amor enquanto o telefone permanece mudo e as paredes seguem paradas e estáticas.
“O poema é um cubo de granito, mal talhado, rugoso, devorante. Roço com ele a pele e o negro da pupila, e sei que por diante tenho um rasto de sangue à minha espera no caminho dos cães em vez da primavera.”— José Saramago. (via verseto)
(via ceticismo-puro-blog)
(via ceticismo-puro-blog)
(via ceticismo-puro-blog)
(via overfierce)
não fala nada
só chega e me abraça
espanta essa dor com o seu amor;
cobre a minha pele ferida de caricias
não me deixa sair, não me deixa fugir
me pega no colo e me tira daqui
me leva pra longe e me cobre de amor.a.
(via meueuperdido)
“Um dia desses, eu separo um tempinho e ponho em dia todos os choros que não tenho tido tempo de chorar.”— Carlos Drummond de Andrade.
(via verdades-e-vontades)
(Source: summersweeet, via powerist)